sábado, 10 de julho de 2010

Carta, a quem?



Por meio de toda a turbulência que anda minha vida, retornei a escrever depois de vários meses sem papel e caneta aos meus olhos (ou teclado e word), não sei se estou retornando a escrever pelos pedidos de algumas pessoas, ou se estava realmente sentindo falta, talvez por essa noite não existir vontade eminente de recolher meu corpo a minha cama.
Dentre esses meses andei pensando profundamente no tipo de textos que venho escrevendo e se eles devem ou não ser publicados, pois muitos não são meus sentimentos mais puros ou não pertencem a está pessoa que vos transcreve algo. Trata se de algo em que não tive coragem de falar, de demonstrar a alguém ou o que seja, digamos que não a todas as pessoas, sempre existe aquela pessoa que você sente orgulho em mostrar e falar tudo que sente, às vezes não adianta muito, mas seu ego fica saciado, “bem já não depende só de mim” é o que você pensa, realmente já não depende mais... Em meio a tom de despedida não pelo simples fato de está com uma viajem programada, ou por está abandonando tudo, mas por está cansado de tudo, tudo que fiz tudo que tentei fazer, tudo que tentei demonstrar, não valeu de nada? É não valeu, porém em meus testos como de praxe, acabo me perdendo, não sei se estou escrevendo o que acho que sou, ou o que acabei criando, interessante isso na vida pessoal também me senti dessa forma na ultima semana. Não fique achando que isso será covardia, muito pelo contrário, apenas estou buscando outro caminho para meus objetivos, sabe acabei que pegando uma idéia de um conto comparativo entre o insistente e o persistente, caso não saiba a diferença, realmente não perderei tempo escrevendo e dizendo qual é. Porém acredito que você pode traças vários caminhos para chegar ao seu objetivo, e é isso que estou fazendo,
Sabe outra reflexão que acabei tento nessa ultima semana, ou ultimas horas, é referente ao coração coisa que não tenho muita experiência para tentar explicar deixando bem claro, mas tive nesse ultimo ano todas as experiências em que uma pessoa possa se pensar fui o “outro” principal, o adorável e incompreensivo, mas também conheci que julgo ou julguei, se a pessoa escolhida para se passar muito tempo e era isso que pensava, mas quem se acredita em amor platônico? É, eu não, ou me fizeram desacreditar. Mas é isso ao menos posso dizer com todas as palavras que gostei realmente de alguém coisa que não lembro quando foi a ultima vez, talvez lá no meu colegial, faz tempo, isso eu sei.
Mas passando a bola para frente, viver e ser feliz, isso é o que dizem, "esperam que os próximos dias sejam bem melhores, já dizia uma frase musical". Bem que tudo ainda poderá ser mudado, parece coisa de filme, mas realmente não é ainda não tenho a breve certeza, que essa transformação irá me causar coisas boas, pois não tenho lá tanto prazo para voltar, e se voltar para minha “casa original” meu sonhe de criança sempre foi se viajante, e tudo está tão próximo de acontecer que tenho certamente muito medo, talvez não tivesse eu o conhecimento que dentro desse caminho a conhecer tivesse pessoas, e as tais, já fazem parte de alguma forma onde acabará contanto muito na minha real escolha, porém a vontade de experimentar novas sensações é tremenda, mas a dúvida de deixar algo também destrói tudo.
Vamos deixar os fatos claros, eu estou ao um passo de tomar uma decisão ingênua? Ou estou mais cheio de dúvidas que uma criança de dois anos, ou talvez tivesse apaixonado, talvez nunca tivesse conhecido o que é o amor, ou então aquelas velhas coincidências de sempre fosse uma ilusão criada em nossas mentes, agora tudo o que fica claro são as diferenças que começam a aparecer e em tom cinza. Mas o que tem total certeza é que está virando uma carta pessoal, como não pretendo deixar bem exposto tudo, até porque envolve muito vou para por aqui, que leu e entendeu é um sinal que estava mais ativo na minha vida que eu próprio e obrigado por isso. E aos que não entenderam tudo indica que não terá tanta oportunidade de algo ficar, mas tão claro, espero que essa ultima postagem tenha deixado claro muitas coisa e um último esclarecimento, eu pretendo termina a história cotidiano, ainda não sei como, pois minha vida não deixou claro como virá um final feliz.

sábado, 15 de maio de 2010

Cotidiano (3ª parte)

Primeiro quero pedi-lhes desculpas por está colocando partes de textos, eu sei que é muito chato, porém estou escrevendo pouco, e sempre que posso ou lembro venho termina uma parte do texto, essa parte quero agradecer a Isabel que ficou no meu pé para escrever, obrigado. 



Continuando 

Torço que amanhã seja um belo dia de sol, pretendo caminhar ao redor do belo lago, que fica bem próximo a praça centra, faz anos que não faço isso, assim evacuo meus pensamentos, algo que me lembre da minha semana que será péssima. Continuo deplorável deitado nesse sofá que meu cheiro tente a persistir após inúmeras lavagens, acho que não será fácil de sair, já que isso cheira a rua, a lixo e doença, tudo que existe lá fora daquela porta, preferia que lembrasse você, pelo menos o cheio de fazenda seria mais agradável.
Nova noite sem fim, meu bloco de notas implorando para ser usadas, ideias me faltam, o que temo a tentar é o mesmo obstáculo incerto, talvez seja trauma da ultima vez que arrisquei escrever algo para você, minhas palavras sem sentimentos não traz o significado, mas causam muitos mais efeitos do que as com amor e carinho. Após tentativas fracassadas de algo novo, criativo até mesmo novo forma de “chamar o sono”, se é que existe alguma forma, veio à tona como nos conhecemos, não podia ser de outra forma, nos esbarramos em meio as escadarias do antigo prédio em que fingíamos fazer exercício físico, sua bolsa veio a cair degraus e mais degraus até abri-la e sair tudo o que por outra instante contia em seu interior, desculpas eu sei não traria tudo novamente, e muito menos sua cara de aborrecida, mesmo assim o destino nos uniu no dia seguinte, lembro as palavras, “a, desculpas por ontem, meu senso de proximidade nunca funciona com mulheres bonitas”, foi algo surpreendente seu sorriso, então trocamos telefones, “Então me liga! - ela disse, na verdade sequer lembra o meu nome,  Ligo sim... é claro, - respondi... Acabo sempre ligando, naquele momento achei um pouco estranho tal verso, achei parecido com um pequeno verso de uma música que acaba rodando em meu player no computador, porém não parei para tão glorioso acaso, pois até então o acaso aconteceu a dez minutos de conversa, passei claro a frequentar todas aulas dali por diante, sem sucesso minha alternativa, nunca mais a vi, apenas ouvi sua voz por telefone no dia seguinte, surpreso então por muito tempo não tira-la da cabeça, porém não tinha tantas lembranças do seu jeito, e detalhes de sua perfeição, talvez pelo simples motivo, sua beleza era interna.


Continua

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Cotidiano (2ª parte)

...continuando


               Retorno do ardo trabalho, cansativo e nem menos repugnante dos anteriores, logo chego à casa esperada, tão logo percebo solidão novamente me faz entrar pela porta da frente, não me importo com suas palavras sussurrando ao meu ouvido, palavras repetidas eu sei, já não fazem tanto efeito como pela primeira vez, outra hora devo prestar atenção nos noticiários, menos sangue não venha me dar repúdio.
Abstinência dos pensamentos logo veio me confrontar, meu bloco de notas que fica sempre a beira da cama, já não passa das primeiras frases escritas, devo torná-lo uma decoração nessa imensa quatro paredes, minha voz talvez não tenha mais sentido aos pulsos em meu peito, pois eles não correspondem mais aos meus sussurros tentando rimar algo. Nessa noite aquela fotografia que me deste, torná-la agora algo admirável essa noite, realmente uma bela lembrança mesmo que tenha amassado com o passar do tempo junto a minha carteira de bolso.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Cotidiano (1ª parte)

Aos passos, sejam felizes enquanto houver futuro! 

Esse mesmo que vós escreveis, é o mesmo em queria pedi-lhes para esquecer o que será lido a diante. “Hoje já não serei o mesmo do de amanhã”, é com essas palavras que trago ou tento expressar o “hoje”, a bosta de dia que foi há um mês.

Não que exista um culpado por me sentir assim, e até mesmo você seja o culpado por tudo isso, a culpa é um sentimento que flora dentro de um peito piedoso e inocente, fraco é cheio de acusações sobre seus erros. Passei por difíceis momentos coisas as quais nem tento explicar, ficção julgada por você, sempre ao meu lado tentando me passar apoio.

O dia nasceu o futuro batendo a porta, talvez eu espere ele entrar ou ao menos cansar de bater e ir embora de vez, deixe-me com meu passado é tudo que resta, foi o que gritei ao som da pura insanidade, de que vale ser tão lúcido? Afinal tudo é tão comum, iguais dias, são todos quaisquer coisa, a coisa que somos ser questionar o que realmente somos é por que de ser. Continuei a dormi, sonhei por sonhar, tentei acordar, pois já não estava entendendo por qual motivo aquilo se chamava de sonho, minha realidade dura e crua batendo em minha mente, para sofrer eu não preciso adormecer encima de papeis, meu dia-a-dia aparenta bastante esse lado de horror. Enfim de tormenta, levanto, dou uma olhada em meu reflexo ao espelho, “meu espelho reflete minha distração e expressão, isso me torna verdadeiro em poucas palavras”, dessa forma não preciso ter um sorriso forçado o resto do dia, transparecer alguém amável e simpático, saindo dessa rotina de pensamentos matinais, irei “catar” algo para comer, afinal mais um dia de trabalho, florindo ao nascer do sol, este que irás me castigar o resto do dia.




 Continua...

quinta-feira, 18 de março de 2010

A árvore do dinheiro

Estava "furçando"  algo sobre a arte da xilogravura, acabei achando esse vídeo que me surpreendeu bastante pela temática e na simplicidade da mensagem abordada.

sábado, 13 de março de 2010

Nosso natural

Quem me julga? Se o quis foi fazê-la feliz

Deixe suas críticas de lado, sabemos que sofrerá depois

A quem pode saber? Tende-se a esconder o que acha

Ao mundo, melhor continuamos com nossas diferenças, batendo de frente com as indiferenças.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Fico angustiado, tudo isso acontecendo, sem manipulação?

E esse calor está de mais, quando menos percebo minha conta de luz chegou o dobro, esse mundo realmente ficou perdido!
Não bastasse destruir o planeta, cobrar altas taxas de juros, tanta “destruição social” e miséria, eles ainda ficam contente por tanto calor, eu nem se quer posso mais ligar meu ventilador e assistir meu filme na minha tevê em paz, nada disso serviria, ainda tenho que me atualizar?
Percebi que meu luxo é algo supérfluo, quando existem pessoas que morrem de fome, sede e calor, assim como eu. É estou na faixa das pessoas que a ONU deveria se preocupar, então porque ajuda deles chega sempre por correios? Vou fazer algum protesto, alguma coisa tem que acontecer lógico que algo vai acontecer, assim que esse calor maldito passar.
Droga, acabei de lembrar, nem se quer ventilador eu tenho, então desculpas se te enganei com esse discurso. 

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Sexta-Feira, aula de Química!

O que seria em termo de vontade própria? Uma pessoa pode muito bem ter força de vontade, sem ser influenciada por algo ou alguém? Acredito que a humanidade não veja assim!
Percebi isso hoje, “afinal hoje é um dia qualquer” o pacato me comoveu, tirou-me da rotina, ou seja peguei um papel e caneta para escrever algo, após escutar meu professor ser um “idiota motivador”.

Lógico, se não tivesse esse algo ou alguém, estaria dentro de um quarto rasgando papel, mas por outro lado, vejo que somos algo grande dentro de um controle pequeno ao mesmo tempo uniforme: padrões, paradigmas, programação, não sei, porém comercializados e estereotipados. É realmente eu devo ser todos esse, talvez devo ser...!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Espelho meu

Bem, passando por esse obstáculo ou fase mau aproveitada pelo mesmo, vamos citar algo que demonstra o que penso nas horas em que penso...

– Espelho, espelho meu, existe alguém mais na merda do que eu?

Espelho, espelho meu, existe alguém mais fodido do que eu?
“Claro que existe, olhe pros lados: O egoísmo é seu maior pecado. Só eu sei o que você sente, eu sempre sei quando você mente”
– É só um espelho na porta do armário e pensa que pode me tirar de otário. Eu sei que muita gente é mais fodida, mas é que adoro reclamar da vida...
“Você não quebra porra nenhuma porque precisa da minha voz. Eu existo porque você crê, vejo tudo que você não quer ver.”
– Quem é você pra dizer quem eu sou? Quem é você pra dizer como eu sou? Se eu fico bolado vou te quebrar, mesmo que dê sete anos de azar.

Banda: Jason
Álbum: Eu Sou Quase Fã de Mim Mesmo
Música: Espelho meu

Mudamos?

Então mudamos de rumo, o que era para ser poético, amável e real, passou a ser histórias, personagens e plagio. Irônico eu achava que era o oposto, enfim desejo que "a todos" façam parte desse novo rumo.
Também mudei de opinião, a divulgação do mesmo acabou, links e pedidos de visitas também, ou seja, não será mais aberto ou divulgado esse espaço, ficou restrito...!



Ótimo começo de ano...